Archive for Julho, 2008

Ideias simples podem mudar o Mundo: Reduzir o consumo “stand-by”

Julho 29, 2008

Sabia que os electrodomésticos, mesmo quando desligados no comando remoto, continuam a consumir energia? Sabia que se os desligar no interruptor poupa quase 40 € por ano? Parece-lhe uma ideia inovadora?

É verdade que os equipamentos eléctricos com comando são muito práticos. Mas também é verdade que estes aparelhos necessitam de um consumo mínimo de energia que lhes permita activarem as suas funções em poucos segundos.

A luz vermelha acesa, por exemplo, numa televisão, também consome energia! É o chamado consumo em Stand-By, que, para cada lar português, representa 377 kWh/ano (KILO WATT HORA POR ANO)… cerca de 40 € por ano.

E lembre-se que alguns aparelhos consomem energia mesmo desligados. É aconselhável que desligue todos os equipamentos das tomadas, ou, em alternativa, que os ligue a uma base de ligação múltipla com interruptor, vulgarmente chamada de extensão.

Tome agora nota de alguns exemplos de consumo em Stand-by:

DVD – Até 17W

Micro aparelhagens – Até 25W

Microondas – Até 7W

Radio Relógio – Até 8W

Televisão – Até 30W

Telefone Sem Fios – Até 7W

Vídeo – Até 18W

NOTA: A Comissão Europeia propôs recentemente aos fabricantes de equipamentos eléctrico que, numa primeira fase, limitem o consumo em Stand-by a 2W, e numa fase seguinte o reduzam para 0,5W e 1W.

Já agora, verifique a sua factura de electricidade: analise se a potência contratada é adequada ao consumo real da instalação ou se poderá reduzi-la.

Verifique ainda se os seus consumos privilegiam horários que beneficiariam da tarifa bi-horária, em que a energia é mais barata nas horas de vazio, isto é, à noite e aos fins-de-semana. Se for o caso, opte por esta.

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Visita guiada pelo Energy Bus

Julho 21, 2008

O Energy Bus é uma das medidas do programa ECO da EDP e pretende promover a eficiência no consumo de energia eléctrica através da divulgação de informação e da demonstração de tecnologias.

‘Viajar’ no Energy Bus não é o mesmo que andar num autocarro normal. O funcionamento dos painéis fotovoltaicos, a rota da energia, as pilhas de hidrogénio ou a localização dos centros de produção são algumas das coisas que se podem ver e aprender no Energy Bus, que proporciona aos passageiros uma ‘viagem’ entusiasmante e elucidativa pelo mundo da energia eléctrica.

Em pouco mais de meio ano mais de 35 mil pessoas já tiveram a oportunidade de realizar pequenas experiências. Para Neves Carvalho, da EDP Comercial, esta actividade está a ter “muito sucesso”, principalmente junto dos “mais novos”.

Aprender a utilizar a energia eléctrica da forma mais correcta, “reduzindo os consumos e mantendo o conforto” é a principal mensagem do autocarro da energia que, até ao final do ano, irá percorrer Portugal de lés a lés. Para conhecer o itinerário, vá a http://www.eco.pt/energybus.

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Gustavo Lima adepto da energia eólica

Julho 18, 2008

Gustavo Lima é um dos nomes de referência da Vela Portuguesa. Aos 30 anos, o velejador do Clube Naval de Cascais acumula títulos nacionais e internacionais, destacando-se um segundo lugar no Mundial de 2001, na Classe Laser Radial, e a vitória no Campeonato do Mundo da Classe Laser Standard, em 2003, ocasião em que derrotou o pentacampeão mundial da classe.

Gustavo Lima já marcou presença em duas edições dos Jogos Olímpicos, tendo, em todas, ficado nos seis primeiros lugares, garantindo assim o diploma olímpico. Em conversa com a TV Energia, o atleta português, também qualificado para os Jogos Olímpicos de Pequim, destacou o potencial da energia eólica. E mostrou que, dentro ou fora da embarcação, é adepto do estilo de vida eficiente.

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Quercus promove ECOCASA e ECOFAMÍLIAS

Julho 16, 2008

De certeza que já ouviu falar na Quercus! Há 23 anos que esta associação de cidadãos trava diversas lutas, com maior ou menor irreverência, mas sempre na defesa de múltiplas causas da natureza e do ambiente. A eficiência energética é, também, uma das áreas em que esta organização não governamental se move. Conheça agora o projecto ECOCASA, no qual se incluem as ECOFAMÍLIAS: portugueses que abriram as portas de sua casa para combater o desperdício energético.

O projecto Ecocasa foi criado em 2004 com o objectivo de informar os cidadãos para um consumo racional de energia no sector doméstico, área que tem registado um aumento significativo de consumos nos últimos anos. Um problema que já despertou a preocupação dos portugueses.

E para servir esse propósito, a Quercus e a EDP criaram, no âmbito do PPEC, o projecto Ecofamílias. A ideia é simples: entrar em casa de 225 famílias em Portugal Continental, fazer um levantamento dos consumos e apresentar medidas de redução. Uma ferramenta útil e, pelos vistos, bem sucedida.

Não tenhamos mais dúvidas. A eficiência energética compensa, é uma obrigação de todos, e estes projectos poderão ajudar a influenciar as políticas públicas para o sector. Mas a opinião dos ambientalistas é unânime: ainda há muito trabalho por fazer…

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Agência Cascais Energia divulga eficiência energética

Julho 11, 2008

Cascais é um concelho amigo do ambiente. Os munícipes podem realizar uma caça aos watts desnecessários nos seus lares e os edifícios públicos são monitorizados com vista à optimização do consumo energético. A culpa é – em parte – da Agência Cascais Energia.

A Agência Cascais Energia nasceu em Janeiro de 2007 com o objectivo de contribuir para o aumento da eficiência energética e para o aproveitamento das energias renováveis no concelho. Nesse sentido, a agência está a trabalhar em alguns projectos que visam ajudar os munícipes a poupar na factura energética e a ganhar hábitos mais sustentáveis. O mais mediático chama-se Caça Watts, brigadas que combatem o desperdício de energia e cuja meta é reduzir 10 por cento do consumo no sector doméstico até 2010.

No final das auditorias do Caça Watts, é realizada ainda uma simulação prevendo a instalação de um painel solar térmico na habitação em questão. Aqui entra em acção o programa Cascais Solar. Os munícipes que optem por estes equipamentos beneficiam de uma série de vantagens, das quais se destaca um desconto de 200 euros.

E quanta energia gasta uma escola, uma biblioteca ou um museu? Para responder a esta questão, a Cascais Energia desenvolveu a monitorização de consumos em edifícios municipais, num total de 24.

Destaque ainda para o Projecto de Optimização e Compensação Energética no Centro de Interpretação Ambiental da Ponta do Sal. O objectivo é criar um cenário de consumo sustentável e disponibilizar aos visitantes um espaço de sensibilização e demonstração. Para isso, a Cascais Energia vai instalar painéis fotovoltaicos e turbinas eólicas para ambiente urbano. A ideia é andar um passo à frente…

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Grupo de Investigação em Energia e Desenvolvimento Sustentável do IST

Julho 7, 2008

A investigação tem um papel importante para que as novas tecnologias possam ser implementadas com custos mais reduzidos. No campo da eficiência energética, o Grupo de Investigação em Energia e Desenvolvimento Sustentável (GIEDS) do Instituto Superior Técnico (IST), liderado pelo investigador Luís Alves, tem colaborado em projectos na área das alterações climáticas, com protocolos ao mais alto nível.

Esta equipa de especialistas em transmissão de calor, combustão, energia e ambiente, tem uma vasta experiência na modelação de câmaras de combustão, mantendo uma forte ligação com o tecido industrial. Os investigadores do IST destacam como principal trabalho em desenvolvimento a redução da emissão de poluentes através de técnicas inovadoras, como a “combustão sem chama”.

Nos últimos anos, o grupo tem intensificado o seu trabalho nas questões relacionadas com a energia e o ambiente, e tem vindo a assumir um papel activo no desenvolvimento e disseminação de ferramentas e práticas de gestão energética, planeamento urbano, uso racional de energia e integração de tecnologias novas e renováveis. Um dos exemplos dados por Luís Alves, especialista em energias renováveis e cooperação internacional, é o sistema de pilhas de hidrogénio que está a ser experimentado na ilha de Porto Santo.

Uma prova de que esta equipa de investigadores quer apostar na energia e ambiente é a preparação de várias formações nestas áreas, como mestrados e workshops. A equipa do IST tem, por isso, quase todos os elementos para o reconhecimento e sucesso, não fosse um “senão” apontado por Luís Alves. “Precisamos de nos mostrar mais na sociedade portuguesa”, disse o investigador, afirmando que a TV Energia pode ser uma “janela” que mostre o trabalho deste grupo.

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Maria da Graça Carvalho: Mais eficiência energética é questão de “vontade e organização”

Julho 2, 2008

Aumentar a eficiência energética, reduzir em 20 por cento as emissões de CO2 e apostar na utilização das energias renováveis até 2020 são os três objectivos fundamentais da estratégia global de energia e alterações climáticas da União Europeia. Maria da Graça Carvalho, conselheira principal do Presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, explicou, em entrevista à TV Energia, quais são as vantagens e os obstáculos à implementação destas três metas.

A responsável pelas áreas da Ciência, Energia e Investigação sobre segurança e política de desenvolvimento sustentável realçou que para ajudar na execução das metas, a UE colocou à disposição dos Estados Membros um conjunto de instrumentos práticos, como, por exemplo, apoio à investigação, através do Intelligent Energy for Europe.

Para Maria da Graça Carvalho, que já foi Ministra da Ciência e do Ensino Superior entre 2002 e 2005, a medida de mais fácil aplicação é o aumento da eficiência energética. “É uma questão de vontade e organização”, declarou a especialista, acrescentado que esta é uma “meta mais simples” e que traz “benefícios directos”.

O crescimento das energias renováveis aparece como um objectivo possível se houver mais investimento na investigação de modo a reduzir os custos de produção e implementação. Com isso, Maria da Graça Carvalho acredita que as renováveis podem ter custos mais acessíveis e serem economicamente viáveis.

A redução de emisssões de CO2, que passa pelo sequestro do carbono, é, segundo a especialista, a medida de mais difícil concretização. “É uma tecnologia pouco madura e muito cara”, tendo, por isso, “um grande caminho a percorrer”, explicou a conselheira da UE. Para contrariar esta tendência, Maria da Graça Carvalho aponta a investigação e demosntração como “elementos essenciais”, estando nos planos da UE a “construção de 12 centrais de demonstração de sequestro de carbono, dentro de fora da Europa”.

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