Archive for Fevereiro, 2009

FP7 – Apoio à Investigação em Energia

Fevereiro 26, 2009

fp7

A reportagem que se segue pretende demonstrar o que de melhor se vai fazendo na área da investigação no sector energético. Projectos inovadores que nascem de consórcios europeus, e que beneficiam do apoio determinante do sétimo programa quadro da União Europeia.

Com um orçamento global superior a 50 mil milhões de euros por ano, aproximadamente o investimento total no novo aeroporto de Lisboa, o sétimo programa quadro, ou FP7, é o maior instrumento da Comissão Europeia no apoio à investigação, desenvolvimento e demonstração tecnológica.

O sector energético é uma das nove áreas prioritárias, com um investimento previsto de 2,35 mil milhões de euros. Eduardo Maldonado, coordenador da participação portuguesa no FP7, defende que o actual programa é, no que toca à energia, muito abrangente.

Entrevistados:

Eduardo Maldonado – Coordenador da participação portuguesa no FP7

Helena Ramos – HYLOW

Sandrina Pereira – SETatWORK

Ana Brito Melo – EQUIMAR

Ana Estanqueiro – NORSEWIND

Luís Coelho – GROUND-MED

Veja a Entrevista completa aqui ou em http://www.tvenergia.tv

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A Etiqueta Energética

Fevereiro 25, 2009

etiqueta

Ao escolher equipamentos energeticamente mais eficientes, não só está a poupar energia, como o ambiente! Para o ajudar nas suas escolhas, consulte sempre a etiqueta energética dos electrodomésticos.

Desde 1992 que a maioria dos grandes electrodomésticos deve apresentar a etiqueta energética, criada pela União Europeia para informar o consumidor sobre a eficiência, consumo, rendimento, capacidade e ruído dos vários equipamentos domésticos.

 Com base no consumo de electricidade, a etiqueta indica, entre outras informações, a classe energética do aparelho, que vai de A, mais eficiente e económico, até G, menos adequado. A diferença de consumo entre um aparelho de classe A e um de classe G poderá ser, no mínimo, de 50%.

No caso das etiquetas dos equipamentos de frio, existem duas classes suplementares (A++ e A+), naturalmente com níveis de eficiência superiores a A.

Olhando então para a etiqueta, na secção 1 é explicado o tipo de electrodoméstico, a marca do fabricante e o modelo do equipamento.

Na secção 2 são apresentadas as diferentes classes energéticas.

Na secção 3 são apresentados valores que, no caso do consumidor ter dúvidas entre dois aparelhos da mesma classe, poderão fazer toda a diferença.

Por exemplo, se vai comprar um frigorífico, nessa secção é indicado o consumo anual. Ao multiplicar esse valor pelo preço da electricidade, chegará ao custo anual. Se estiver indeciso entre um aparelho que consome 400 kWh por ano e outro que gasta 200 kWh por ano, mas que é um pouco mais caro, faça as contas. Com o primeiro gastará 48 euros por ano em electricidade, ao passo que com o segundo irá gastar 24 euros. Como este segundo aparelho poderá durar 12 anos, poupará 288 euros. Verifique sempre se as diferenças de preços compensam.

Nas restantes secções, 4, 5, 6 e 7, são indicadas as classes, entre A e G, das prestações técnicas, como a eficiência de lavagem, centrifugação ou secagem, o consumo de água e o nível de ruído do aparelho. No caso do ar condicionado, indica a classe de eficiência para o aquecimento.

 Outra etiqueta muito comum é a Energy Star, um programa internacional voluntário de rotulagem que existe desde 1992 e que resulta de uma iniciativa entre a Agência para a Protecção do Ambiente e o Departamento de Energia dos Estados Unidos da América.

 Através de um acordo com o Governo americano, a Comunidade Europeia participa no programa ENERGY STAR na parte referente ao equipamento de escritório.

Esta etiqueta visa identificar e promover equipamentos de escritório eficientes, sejam monitores, computadores, faxes, impressoras ou fotocopiadoras, sensibilizando ainda os fabricantes para a redução do consumo em modo stand-by.

Veja a Entrevista completa aqui ou em http://www.tvenergia.tv

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Porto: estratégia de sustentabilidade

Fevereiro 19, 2009

pacto

A terceira edição da Semana Europeia da Energia Sustentável terminou em Bruxelas com a subscrição do Pacto dos Autarcas, uma das principais ferramentas de apoio à chamada política 20-20-20 para cumprir até 2020: menos 20 por cento de emissões de CO2, mais 20 por cento de eficiência energética e mais 20 por cento de energias renováveis.
O Porto, uma das 372 cidades que subscreveram o pacto, já começou a mostrar serviço!
A autarquia portuense e a agência de energia local apresentaram, no pequeno auditório do Teatro Rivoli, a estratégia para a sustentabilidade da cidade, um documento que define as linhas orientadoras para a implementação de políticas e planos de acção visando o desenvolvimento sustentável.
O presidente da autarquia, Rui Rio, descreveu o documento como um diagnóstico da cidade em termos energéticos e um manual de recomendações quanto aos principais vectores em que deve assentar o desenvolvimento sustentável do Porto, tendo como referência as mais adequadas práticas adoptadas a nível internacional.

Entre as medidas já em marcha, o autarca destacou a iminente instalação de cinco mil metros quadrados de painéis solares em bairros sociais, a entrada em funcionamento de um observatório para a sustentabilidade energético-ambiental dos edifícios e a realização de auditorias energéticas nos edifícios municipais. Já entre as várias medidas a desenvolver no futuro, Rui Rio salientou a promoção da reabilitação urbana do centro histórico, a redução de percursos de transporte individual motorizado e a afirmação do Porto como Cidade Educadora, de Inovação e de Ciência.
Eduardo de Oliveira Fernandes, presidente do conselho de administração da Agência de Energia do Porto, assim como Maria da Graça Carvalho, Conselheira Principal do Presidente da Comissão Europeia, concordam que esta estratégia é um óptimo ponto de partida para um Porto sustentável.

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Entrevista a Carlos López Navaza – Unión Fenosa

Fevereiro 18, 2009

uniao

Entrevista a Carlos López Navaza – Unión Fenosa

Embora a denominação seja recente, a Unión Fenosa existe desde 1912, operando, actualmente, em 14 países, Portugal incluído. Com presença em toda a cadeia de valor do sistema eléctrico, a empresa espanhola também irá fornecer gás natural e produzir energia eólica, é já um dos quatro comercializadores de electricidade no nosso país. Vamos conhecer os seus projectos, ambições e preocupações.

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Hidrogénio em debate

Fevereiro 17, 2009

h2

AP2H2

Economia do Hidrogénio – Um desafio para Portugal

A TV Energia continua a recordar os principais eventos realizados no ano que passou, um ano rico em encontros entre investigadores e especialistas da área da energia.

Estamos perante um desses exemplos.

Entrevistados:

Luís Alves – Vice-Presidente Direcção AP2H2

Campos Rodrigues – Presidente AP2H2

Rei Fernandes – Dep.Mecânica – IST

Carmen Rangel -INETI

Jorge Frade – Universidade de Aveiro

Tiago Farias – Dep.Mecânica – IST

Nas próximas semanas, iremos disponibilizar outras reportagens de eventos onde a TV Energia esteve presente e que são um ponto de partida para que 2009 seja um ano de concretização da eficiência energética em Portugal!

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À atenção dos mais novos!

Fevereiro 12, 2009

energy

À atenção dos mais novos!

A animação “Energy, Let´s save it” é um exemplo que a educação dos mais pequenos é fundamental para um mundo mais sustentável.

Um filme de animação esteticamente apelativo e com conteúdos importantes  sobre eficiência energética.

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Os Frigoríficos e Combinados

Fevereiro 11, 2009

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Abrimos agora o nosso espaço de conselhos úteis para a utilização racional de energia. Hoje vamos falar de electrodomésticos indispensáveis em qualquer casa: os Frigoríficos e Combinados, equipamentos responsáveis por quase um terço do consumo de electricidade das habitações.

Se vai comprar um frigorífico, opte por um equipamento que vá ao encontro das suas necessidades, seja o tamanho da família, a periodicidade das compras ou o volume de congelação e de refrigeração. E, já agora, adquira equipamentos “amigos do ambiente”, que pertençam à classe de eficiência A ou superior , isto é, A+ ou A++.

Tome nota:

Coloque o equipamento num lugar fresco e ventilado e longe de possíveis fontes de calor, como o fogão, o forno ou a radiação solar.

Afaste a grelha traseira, ou condensador, no mínimo, 5 cm da parede, e limpe-a, pelo menos, uma vez por ano.

Ajuste o termóstato de forma a manter uma temperatura de 5 graus centígrados no compartimento de refrigeração e de 18 graus negativos no compartimento de congelação.

Descongele o equipamento antes que a capa de gelo alcance os 3 milímetros de espessura. Desta forma, conseguirá poupanças de energia de cerca de 30%.

Abra a porta o menos possível e feche-a assim que possível. Fique a saber que 20% do consumo destes equipamentos deve-se à abertura das portas.

Não encha demasiado o frigorífico, para que o ar possa circular livremente entre os alimentos.

Mantenha os alimentos bem tapados, de modo a diminuir a libertação de humidade, evitando que o compressor gaste mais energia.

Deixe arrefecer os alimentos antes de os colocar no frigorífico.

E não se esqueça, quando se ausentar por um período prolongado, esvazie o frigorífico e desligue-o!

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